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LIESA - Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de

O ÍNDIO DANÇOU, EM ADORAÇÃO
O BRANCO REZOU NA CRUZ DO CRISTÃO
O NEGRO LOUVOU OS SEUS ORIXÁS
A LUZ DE DEUS É A CHAMA DA PAZ

Programação dos Ensaios nas Quadras das Escolas de Samba

Compreender fenômenos complexos como as desigualdades educacionais entre homens e mulheres não é tarefa simples. Para abordá-los, é necessário lançar mão de conceitos que iluminem tais problemáticas e articulem formas de compreendê-las, esmiuçá-las e, evidentemente, de propor estratégicas de superação. Aqui, nosso foco reside sobre o conceito de gênero.

Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro

Estou doida para assistir aos ensaios técnicos, em particular da Imperatriz e da Portela que são minhas escolas preferidas.

Raça / Cor / Etnia | Ensaios de Gênero

No âmbito do projeto Ser+ Cidadão, realizou-se, no auditório da Escola Infante D. Henrique, nos passados dias 66 e 67 de fevereiro, a formação «História e Cultura Ciganas», dinamizada pela Olga Mariano e Bruno Gonçalves, da Associação Letras Nómadas - Associação de Investigação e Dinamização das Comunidades Ciganas.

A IMPERATRIZ É UM MAR DE FIÉIS
NO ALTAR DO SAMBA, EM ORAÇÃO
É O BRASIL DE TODOS OS DEUSES!
DE PAZ, AMOR E UNIÃO…

Valem mais que os sermões que deveras pregaste
As bilhas que talvez não concertaste.
Mais que a tua longínqua santidade
Que até já o Diabo perdoou,
Mais que o que houvesse, se houve, de verdade
No que — aos peixes ou não — a tua voz pregou,
Vale este sol das gerações antigas
Que acorda em nós ainda as semelhanças
Com quando a vida era só vida e instinto,
As cantigas,
Os rapazes e as raparigas,
As danças
E o vinho tinto.

e ao compassar o tempo
percebe a arquitetura invisível dos intervalos
os espaços vazios entre os caminhos e os atalhos
os seus andamentos: o presto, o allegro, o adagio

Na 5ª feira, 7 de novembro, comemorou-se nas escolas Infante D. Henrique e D. Luís de Loureiro o DÍA DE LOS MUERTOS com uma saborosa ementa espanhola, a audição de conhecidas músicas em espanhol e a realização, no átrio dos alunos, de uma exposição com imagens de caveiras pintadas pelos alunos.

Informa-se toda a comunidade educativa de que, no menu Agrupamento deste sítio da Internet, se disponibilizam notas informativas sobre as decisões e/ou assuntos tratados nas reuniões do Conselho Geral após a aprovação das respetivas atas

“Macaco” é, sim, um termo ofensivo. Usado contra negros, ele carrega a intenção de desumanizá-los, animalizando-os em uma condição de primata considerada social e intelectualmente inferior à espécie humana. O epíteto não teria o mesmo efeito se endereçado a um branco. Em razão disso, devemos descartar a ingenuidade de nos considerarmos todos macacos como forma de neutralizar essa ofensa. Proponho, aos defensores do “somos todos macacos” , a experimentarem dizer “somos todos viados”. Bem, um homem branco e heterossexual facilmente se sentiria ofendido com essa expressão, tão preenchida por homofobia. Ela os atinge diretamente. “Macaco”, não. Esse termo não diz nada a uma pessoa branca, não a ofende, não a atinge, não a animaliza, não a diminui.